Eu, ignorando o barulho da sala de aula, estava completamente inebriada no romance medieval em minhas mãos. O autor, R. A. Calrs, conseguia transformar uma entediante batalha épica em uma historia de amor de fazer as garotas suspirarem por seus mocinhos galantes.
Era uma pena que ninguém soubesse quem era esse tal R. A. Carls. Por mais que se procurasse na Internet não havia fotos dele. Nem sequer onde ou quando ele nasceu. Ele era uma completa incógnita. Mas uma incógnita que fazia meu coração disparar.
De repente um bilhetinho atirado na minha mesa arrancou-me da fantasia. Estava escrito algo como “Olha o garoto novo... ele não é um gato?”. Quase não consegui ler os garranchos da minha melhor amiga. Sua letra ficava péssima quando ela estava entusiasmada. E definitivamente ela estava entusiasmada.
Levantei o olhar para ver de quem ela falava Surpreendi-me a ver um típico NERD entrando na sala. Porém, ele, mesmo com o aspecto intelectual, era um charme com seus cabelinhos cacheados caindo pela testa e com seus olhinhos azuis por detrás dos óculos de armação grossa. A surpresa foi ainda maior quando ele caminhou sob os olhares de todas as meninas da turma e sentou do meu lado.
Eu fiquei tão vermelha quando ele se aproximou que eu enfiei, de novo, a cara no livro, esperando que ele não falasse comigo. Pra me concentrar, eu comecei a sussurrar pra mim mesma o que eu estava lendo, mesmo sabendo que isso soaria ridículo. Mas, para minha surpresa, ele, olhando para mim, terminou a frase do livro que eu havia começado.
- Você já leu esse livro?- eu disse boquiaberta. Não só por ele ter gravado perfeitamente a linhas, mas por ele ter as dito como se fosse a coisa mais natural do mundo.
- Sim... Algumas vezes – ele sorriu fazendo minhas pernas tremerem – Esse não é um livro muito famoso. É difícil achar alguém que já tenha lido.
- Acho que todos que já leram gostaram. Ele é incrível - eu disse pra prolongar a conversa, minha voz soou um pouco mais à vontade - é uma pena que o autor seja tão desconhecido.
- Na verdade, eu não me importo – ele disse – Qual é seu nome?
Nossa! Eu tinha esquecido de me apresentar...
- Luiza
- Como a personagem do livro? – eu balancei timidamente a cabeça afirmando.
- E o seu?
- Richard – ele olhou para mim e depois para a capa do livro - Richard August Carls.
Assim como ele, eu olhei pra capa do livro, depois, naturalmente, pra ele. Enquanto isso meu coração enlouquecia no meu peito. Murmurei um “é você?” Ele sorriu e fez que sim. Eu estava chocada, por tanto tempo eu esperei que fosse um velho, alguém feio demais pra mostrar o rosto. E era aquele garoto lindo que estava sentado ao meu lado. Finalmente eu sabia que era o dono daquelas palavras. Ele não era o que eu esperava, mas vou te dizer, ele não me decepcionou nem um pouquinho.
sábado, 15 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
lembranças de um verão...
Por Julia para o concurso da capricho fic... nem ganhamos =/
Sorri enquanto olhava a primeira foto do álbun de verão. Parecia natural aquele menino de camisa verde me abraçando, afinal éramos quase parentes, mas o motivo do abraço ia bem além do que meus pais pudessem imaginar.
Era dia 17 de janeiro, e fui pra casa de verão da minha tia. Ia encontrar meus primos, mas provavelmente ia ficar uma semana sem nada pra fazer. Mas eu estava enganada, muito enganada.
Logo que cheguei, minha prima Raquel veio falar comigo. Ela me arrastou para a parte de trás da casa, falando que tinha que me mostrar algo. Neste caso, como eu pude ver quando cheguei, não era algo, era alguém.
Tinha um menino nadando na piscina. Um menino gato.
- Quem é? – perguntei pra minha prima, que riu de mim.
- Lembra do Eric Prince? Aquele que é filho do seu padrasto? Então...
Bom, Eric morava com a mãe, mas de vez em quando nos dava o prazer de sua presença nos finais de semana que passava com o pai (recém casado com minha mãe). Mas já fazia quase dois meses que não o via.
Ele me viu e foi falar comigo:
- Eii Camille... Quanto tempo! Tudo bem com você?
- Tudo... Faz tempo mesmo... – meu Deus, como ele estava gato. O cabelo estilo “topete-do-Robert-Pattson” estava desfeito pela água e o olho verde me olhava. – Você chegou há muito tempo?
- Não, cheguei agora. Estava conversando com sua prima... Nós vamos fazer uma trilha hoje... Você quer ir? – minha prima me cutucou, rindo, e sussurrou um sim.
- Ah, claro! Quando nós vamos?
- Agora! – Disse minha prima – Antes que os mais novos cheguem e a gente não consiga mais caminhar.
Raquel avisou aos meus tios e fomos caminhar. Estávamos conversando quando Eric disse:
- Olha... O que é aquilo? Uma gruta?
- Vamos entrar? – Eu sugeri, e eles concordaram. Estávamos na parte mais fechada da mata que tinha perto da praia.
Entramos por aquele caminho, Eric na frente, eu atrás e Raquel atrás de mim. Mas a gruta começou a ficar mais apertada e baixa, até termos que nos abaixar pra passar.
- Desisto! Vou voltar, continuem vocês – Disse Raquel, indo embora depois de piscar e dizer algo como “aproveite”.
Continuamos, só nos dois, a gruta tão apertada que tínhamos de passar colados um ao outro. Chegamos ao fim, em uma pedra aberta. Sentamos e começamos a conversar sobre mais coisas que você possa imaginar.
- Você cresceu... Está linda.
- Obrigada... Você também.
Ele então se aproximou de mim e pegou a minha mão. Seus olhos verdes me olhavam, até que eu fechei meus olhos, seu rosto a centímetros, e ele me beijou.
Eric era meu meio irmão – fato. Era gato – fato. Eu acabara de beija-lo – fato.
Voltamos pra casa, e logo contei á Raquel à história. A foto, batida naquele dia, agora estava no meu álbum. Se isso viraria um namoro, eu não sei... Mas uma certeza eu tinha: esse verão foi perfeito... Pra nós dois.
Sorri enquanto olhava a primeira foto do álbun de verão. Parecia natural aquele menino de camisa verde me abraçando, afinal éramos quase parentes, mas o motivo do abraço ia bem além do que meus pais pudessem imaginar.
Era dia 17 de janeiro, e fui pra casa de verão da minha tia. Ia encontrar meus primos, mas provavelmente ia ficar uma semana sem nada pra fazer. Mas eu estava enganada, muito enganada.
Logo que cheguei, minha prima Raquel veio falar comigo. Ela me arrastou para a parte de trás da casa, falando que tinha que me mostrar algo. Neste caso, como eu pude ver quando cheguei, não era algo, era alguém.
Tinha um menino nadando na piscina. Um menino gato.
- Quem é? – perguntei pra minha prima, que riu de mim.
- Lembra do Eric Prince? Aquele que é filho do seu padrasto? Então...
Bom, Eric morava com a mãe, mas de vez em quando nos dava o prazer de sua presença nos finais de semana que passava com o pai (recém casado com minha mãe). Mas já fazia quase dois meses que não o via.
Ele me viu e foi falar comigo:
- Eii Camille... Quanto tempo! Tudo bem com você?
- Tudo... Faz tempo mesmo... – meu Deus, como ele estava gato. O cabelo estilo “topete-do-Robert-Pattson” estava desfeito pela água e o olho verde me olhava. – Você chegou há muito tempo?
- Não, cheguei agora. Estava conversando com sua prima... Nós vamos fazer uma trilha hoje... Você quer ir? – minha prima me cutucou, rindo, e sussurrou um sim.
- Ah, claro! Quando nós vamos?
- Agora! – Disse minha prima – Antes que os mais novos cheguem e a gente não consiga mais caminhar.
Raquel avisou aos meus tios e fomos caminhar. Estávamos conversando quando Eric disse:
- Olha... O que é aquilo? Uma gruta?
- Vamos entrar? – Eu sugeri, e eles concordaram. Estávamos na parte mais fechada da mata que tinha perto da praia.
Entramos por aquele caminho, Eric na frente, eu atrás e Raquel atrás de mim. Mas a gruta começou a ficar mais apertada e baixa, até termos que nos abaixar pra passar.
- Desisto! Vou voltar, continuem vocês – Disse Raquel, indo embora depois de piscar e dizer algo como “aproveite”.
Continuamos, só nos dois, a gruta tão apertada que tínhamos de passar colados um ao outro. Chegamos ao fim, em uma pedra aberta. Sentamos e começamos a conversar sobre mais coisas que você possa imaginar.
- Você cresceu... Está linda.
- Obrigada... Você também.
Ele então se aproximou de mim e pegou a minha mão. Seus olhos verdes me olhavam, até que eu fechei meus olhos, seu rosto a centímetros, e ele me beijou.
Eric era meu meio irmão – fato. Era gato – fato. Eu acabara de beija-lo – fato.
Voltamos pra casa, e logo contei á Raquel à história. A foto, batida naquele dia, agora estava no meu álbum. Se isso viraria um namoro, eu não sei... Mas uma certeza eu tinha: esse verão foi perfeito... Pra nós dois.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
depois da ultima batalha
Uma garota chorava em meio aos destroços de uma estação de trem. Ninguém parecia notá-la enquanto ela procurava os corpos em vida de seus três irmãos. Seus pais também estavam no trem. Não tinha sobrado ninguém. Ela estava sozinha.
Ela era Susana, que um dia havia sido rainha em um lugar chamado Narnia. Mas também era uma menina que a sociedade havia ensinado a esquecer seus sonhos. Ensinado que imaginar terras distantes era tolice de criança e que moças como ela não deveriam se ocupar em outra coisa senão em procurar um bom marido.
Nem Pedro, nem Lúcia nem Edmundo poderiam entender por que ela se negava a entrar para a loucura dos “amigos de Narnia”. Pedro era um bom partido, poderia ter um casamento quando bem quisesse, mas ela era uma garota, e como tal deveria saber cozinhar, bordar, tocar piano, ser gentil, obediente, bonita... Ela não tinha mais tempo para sonhos. Lúcia e Edmundo eram pequenos demais (apesar do fato de já terem sido adultos em uma outra época) para entender a vida real. Lúcia infelizmente um dia a entenderia, mas Susana achava que não era ora de preocupá-la com a vida adulta.
Não que ela não se lembrasse de suas aventuras, só que as lembranças eram turvas demais para ter utilidade. Alguém disse que ela não voltaria, então não haveria porque insistir nesses sonhos. Embora em seus sonhos ela continuasse a ver dríades, naides, anões e animais falantes. E seu coração ainda guardasse a quente e nítida lembrança de Aslan.
Mas agora nada disso importava... Seus irmãos estavam mortos e junto com eles tudo que restava da fantasia. Seus pais estavam mortos e com eles todas as esperanças de uma ter vida real tão próspera quanto a sua fantasia. Ela chorava.
Um garoto pôs a mão em seu ombro.
- Por que chora? – Ele perguntou enxugando as lágrimas que caiam dos olhos vermelhos de Susana.
- É uma longa historia – ela respondeu dando se conta que ela chorava por tantos motivos juntos. Seus irmãos brincavam entre si que já sabiam como eles seriam quando crescessem, mas agora isso nada adiantava pois eles jamais cresceriam na Terra.
- Eu gosto de historias – ele completou segurando a mão dela para ajudá-la a se levantar. Suzana não sabia se poderia confiar naquele estranho. Mas ela ouviu a voz de Aslan sussurrar em seu ouvido “confie nele, tudo vai acabar bem minha menina”
– Vem comigo, você pode me contar o que aconteceu. E se eu puder te ajudar...
Ele falou mesmo sabendo que provavelmente ele não poderia.
- Mas quem é você? – Susana perguntou com a voz ainda tremula de chorar.
- Sou Clive, Clive Staples Lewis.
Ela era Susana, que um dia havia sido rainha em um lugar chamado Narnia. Mas também era uma menina que a sociedade havia ensinado a esquecer seus sonhos. Ensinado que imaginar terras distantes era tolice de criança e que moças como ela não deveriam se ocupar em outra coisa senão em procurar um bom marido.
Nem Pedro, nem Lúcia nem Edmundo poderiam entender por que ela se negava a entrar para a loucura dos “amigos de Narnia”. Pedro era um bom partido, poderia ter um casamento quando bem quisesse, mas ela era uma garota, e como tal deveria saber cozinhar, bordar, tocar piano, ser gentil, obediente, bonita... Ela não tinha mais tempo para sonhos. Lúcia e Edmundo eram pequenos demais (apesar do fato de já terem sido adultos em uma outra época) para entender a vida real. Lúcia infelizmente um dia a entenderia, mas Susana achava que não era ora de preocupá-la com a vida adulta.
Não que ela não se lembrasse de suas aventuras, só que as lembranças eram turvas demais para ter utilidade. Alguém disse que ela não voltaria, então não haveria porque insistir nesses sonhos. Embora em seus sonhos ela continuasse a ver dríades, naides, anões e animais falantes. E seu coração ainda guardasse a quente e nítida lembrança de Aslan.
Mas agora nada disso importava... Seus irmãos estavam mortos e junto com eles tudo que restava da fantasia. Seus pais estavam mortos e com eles todas as esperanças de uma ter vida real tão próspera quanto a sua fantasia. Ela chorava.
Um garoto pôs a mão em seu ombro.
- Por que chora? – Ele perguntou enxugando as lágrimas que caiam dos olhos vermelhos de Susana.
- É uma longa historia – ela respondeu dando se conta que ela chorava por tantos motivos juntos. Seus irmãos brincavam entre si que já sabiam como eles seriam quando crescessem, mas agora isso nada adiantava pois eles jamais cresceriam na Terra.
- Eu gosto de historias – ele completou segurando a mão dela para ajudá-la a se levantar. Suzana não sabia se poderia confiar naquele estranho. Mas ela ouviu a voz de Aslan sussurrar em seu ouvido “confie nele, tudo vai acabar bem minha menina”
– Vem comigo, você pode me contar o que aconteceu. E se eu puder te ajudar...
Ele falou mesmo sabendo que provavelmente ele não poderia.
- Mas quem é você? – Susana perguntou com a voz ainda tremula de chorar.
- Sou Clive, Clive Staples Lewis.
domingo, 18 de abril de 2010
mais uma historinha fantástica
Anna acordou antes do sol nascer e caminhou até a a varanda da casa de praia. A brisa vinda do mar agitava seus longos cabelos loiros e lançavam para trás a sua camisola de seda, fazendo com que o tecido, ao aderir a pele, mostrassem as belas formas de uma garota de 19 anos.
Ela olhou para as ondas quebrando na areia, o que lhe pareceu convidativo. Assim, Anna caminhou descalça até que seus pés pudessem sentir a areia gelada da praia. Indo em direção ao mar, ela encontrou uma pequena pedra onde se sentou pra ver o sol nascer. Os raios ainda tímidos do sol deixavam um rastro de luz nas águas do mar, dando uma beleza tênue ao momento.
Enquanto divagava apreciando a beleza da cena ela reparou que não estava sozinha.
Havia um menino, que aparentava ter uns 17 anos, sentado na areia. Ele estava sem camisa, deixando a mostra o corpo esbelto, porém bem definido. Seu rosto parecia bonito por detrás dos óculos Wayfarer.
Anna quis aproximar-se. Não era típico dela falar com estranhos, mas ela não impediu que seus pés a levassem para perto do menino.
-Ei - ela disse timidamente ao estar perto o bastante para que ele a ouvisse – estou atrapalhando?
Ele tirou os fones de ouvido e olhou para ela com um sorriso gracioso
- Não, pode sentar-se... senhorita...
“Anna” ela acrescentou achando engraçado ele ter a chamado de senhorita.
- O que faz aqui, Anna?- ele disse enfatizando o nome dela como se não quisesse esquecê-lo
- Vim ver o sol nascer, e você?
- Vim fazer o sol nascer. – ele respondeu. Anna riu, mesmo sem entender. Ele o acompanhou de um jeito meio forçado.
Por alguns instantes os dois ficaram em silencio, apenas olhando, ora para o nascer do sol, ora um para o outro. Embora quando seus olhares se cruzavam Anna timidamente disfarçavam a atração que ela começara a sentir por ele. Um estranho calor irradiava dele, como se ele não fosse totalmente humano. Ele tinha algo diferente em seu olhar embora Anna não podia distinguir o quê.
- Qual é seu nome? – finalmente ela prguntou quebrando o gelo.
- Apolo- ele respondeu tirando os óculos e deixando que seus penetrantes olhos castanhos encontrassem os de Anna.
- Igual aquele deus grego? – ele perguntou e ele confirmou com um sorriso.
“Como um deus grego” Anna pensou sorrindo. Ela não poderia achar palavras melhores para descrevê-lo.
Ela olhou para as ondas quebrando na areia, o que lhe pareceu convidativo. Assim, Anna caminhou descalça até que seus pés pudessem sentir a areia gelada da praia. Indo em direção ao mar, ela encontrou uma pequena pedra onde se sentou pra ver o sol nascer. Os raios ainda tímidos do sol deixavam um rastro de luz nas águas do mar, dando uma beleza tênue ao momento.
Enquanto divagava apreciando a beleza da cena ela reparou que não estava sozinha.
Havia um menino, que aparentava ter uns 17 anos, sentado na areia. Ele estava sem camisa, deixando a mostra o corpo esbelto, porém bem definido. Seu rosto parecia bonito por detrás dos óculos Wayfarer.
Anna quis aproximar-se. Não era típico dela falar com estranhos, mas ela não impediu que seus pés a levassem para perto do menino.
-Ei - ela disse timidamente ao estar perto o bastante para que ele a ouvisse – estou atrapalhando?
Ele tirou os fones de ouvido e olhou para ela com um sorriso gracioso
- Não, pode sentar-se... senhorita...
“Anna” ela acrescentou achando engraçado ele ter a chamado de senhorita.
- O que faz aqui, Anna?- ele disse enfatizando o nome dela como se não quisesse esquecê-lo
- Vim ver o sol nascer, e você?
- Vim fazer o sol nascer. – ele respondeu. Anna riu, mesmo sem entender. Ele o acompanhou de um jeito meio forçado.
Por alguns instantes os dois ficaram em silencio, apenas olhando, ora para o nascer do sol, ora um para o outro. Embora quando seus olhares se cruzavam Anna timidamente disfarçavam a atração que ela começara a sentir por ele. Um estranho calor irradiava dele, como se ele não fosse totalmente humano. Ele tinha algo diferente em seu olhar embora Anna não podia distinguir o quê.
- Qual é seu nome? – finalmente ela prguntou quebrando o gelo.
- Apolo- ele respondeu tirando os óculos e deixando que seus penetrantes olhos castanhos encontrassem os de Anna.
- Igual aquele deus grego? – ele perguntou e ele confirmou com um sorriso.
“Como um deus grego” Anna pensou sorrindo. Ela não poderia achar palavras melhores para descrevê-lo.
sábado, 17 de abril de 2010
só pra atualizar...
estava esperando algum comentário pra postar de novo... mas deixa pra lá...
conto meu... feito sem nenhum motivo especial... espero que gostem....
Janete apertou a criança contra si enquanto o cruzar de espadas fazia um barulho desesperador. Sentada na cama ela assistia seu marido lutar freneticamente com um dos soldados quem invadiam a pequena vila de Haur. Ela sabia que a sua única esperança seria que o marido vencesse e ela pudesse chegar ate a passagem secreta que levaria até as fortificações do Castelo. Se ele morresse, bem, nesse caso, ela sabia que imploraria com todas as suas forças para morrer também, pois o destino das mulheres numa guerra era pior que a morte.
Ele estremeceu enquanto a espada de seu marido voava para debaixo de seus pés. Era o fim. Ela fechou os olhos enquanto com um grito o agressor golpeava o coração de seu marido. Janete por extinto largou a criança e puxou a espada ensaguentada que caíra aos seus pés. Ela iria lutar até a morte pra proteger seu filho e sua honra,
O soldado lançou um olhar agressivo para Janete e com um sorriso que deixava ver seus dentes podres e disformes ele falou:
- Quer lutar, gracinha?
Janet olhou com repudio o soldado se aproximar. Quando ele estava bem perto, ela desferiu um golpe que arranhou de leve seu braço esquerdo. Ele riu sacartiscamente, entendendo a óbvia falta de intimidade dela com duelos de espada. Ela tentou atingi-lo de novo, mas ele bloqueou com facilidade o golpe dela derrubando a espada dela no chão. Ela se abaixou para pegá-la. O soldado encostou a ponta da espada na garganta de Janete obrigando-a a levantar. Ele mal se importou que ela ainda estivesse segurando a espada, não faria diferença. Ela não era uma ameaça.
- Não quero matá-la – ele disse enquanto decia a espada do pescoço dela fazendo suas vestes se partirem até a altura do umbigo - minha intenção é outra, gracinha...
Uma sensação de raiva explodiu dentro de Janete e ela com nojo deixou que ele se aproximasse e com um golpe de sorte, aproveitando a distracção do seu oponente, ela fincou a espada no ventre do soldado que gritou de dor e caiu de joelhos. Ela, desesperada com o que tinha acabado de fazer, desferiu outro golpe fatal, olhando perplexa para o homem que ela acabara de matar.
Ela pegou o filho nos braços, e puxou a espada do cadáver a sua frente. Ela se sentia como uma assassina, tal qual aqueles invasores que ela repudiava. Mas não era hora para arrependimentos. Ela tinha que chegar até a passagem. Só ali, junto com as outras mulheres do reino (muitas delas viúvas como ela),ela e seu filhos estariam seguros. Janete segurou a criança e correu o mais rápido que suas pernas tremulas poderiam aquentar.
Ele estremeceu enquanto a espada de seu marido voava para debaixo de seus pés. Era o fim. Ela fechou os olhos enquanto com um grito o agressor golpeava o coração de seu marido. Janete por extinto largou a criança e puxou a espada ensaguentada que caíra aos seus pés. Ela iria lutar até a morte pra proteger seu filho e sua honra,
O soldado lançou um olhar agressivo para Janete e com um sorriso que deixava ver seus dentes podres e disformes ele falou:
- Quer lutar, gracinha?
Janet olhou com repudio o soldado se aproximar. Quando ele estava bem perto, ela desferiu um golpe que arranhou de leve seu braço esquerdo. Ele riu sacartiscamente, entendendo a óbvia falta de intimidade dela com duelos de espada. Ela tentou atingi-lo de novo, mas ele bloqueou com facilidade o golpe dela derrubando a espada dela no chão. Ela se abaixou para pegá-la. O soldado encostou a ponta da espada na garganta de Janete obrigando-a a levantar. Ele mal se importou que ela ainda estivesse segurando a espada, não faria diferença. Ela não era uma ameaça.
- Não quero matá-la – ele disse enquanto decia a espada do pescoço dela fazendo suas vestes se partirem até a altura do umbigo - minha intenção é outra, gracinha...
Uma sensação de raiva explodiu dentro de Janete e ela com nojo deixou que ele se aproximasse e com um golpe de sorte, aproveitando a distracção do seu oponente, ela fincou a espada no ventre do soldado que gritou de dor e caiu de joelhos. Ela, desesperada com o que tinha acabado de fazer, desferiu outro golpe fatal, olhando perplexa para o homem que ela acabara de matar.
Ela pegou o filho nos braços, e puxou a espada do cadáver a sua frente. Ela se sentia como uma assassina, tal qual aqueles invasores que ela repudiava. Mas não era hora para arrependimentos. Ela tinha que chegar até a passagem. Só ali, junto com as outras mulheres do reino (muitas delas viúvas como ela),ela e seu filhos estariam seguros. Janete segurou a criança e correu o mais rápido que suas pernas tremulas poderiam aquentar.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Livro
É uma bela noite de Verão. 25 de fevereiro, para ser mais exato. A criança que eu iria proteger acabara de nascer. Finalmente saberia como ela era. Já era noite, quando entrei sorrateiramente pelo quarto no hospital. É claro que com o treino que tinham me dado, foi fácil. Estavam todos dormindo, inclusive a menininha, tão pequena e frágil, mas sem dúvida seria uma linda moça.
Aproximei-me de seu berço sem fazer barulho, até que cheguei bem perto, onde pude encostar nas suas pequena mãozinhas. Ela vestia uma roupinha lilás. Estava muito bonitinha. Ela virou para o lado, e abri os olhos. Eu, percebendo que ela acordara, sorri calmamente e mexi em seu pouco cabelo para ela dormir novamente. Ela sorriu e fechou os olhos calmamente. Sai da sala, abrindo e fechando a porta com muito cuidado.
E essa foi a primeira vez que vi minha menina.
No dia seguinte, me escondi atrás do cômodo e pude ouvir a conversa da mãe e do pai dela:
- O que você acha de colocarmos o nome dela de Mariana?
- Não... Gosto de nomes com a letra “m”, mas Mariana é o nome de minha prima. Quero algo delicado...
- E que tal Marina?
- Decidido! Marina!
Um ótimo nome: Marina! Minha menina agora se chamava Marina.
Um pedacinho do meu pseudo livro
kkkk
pra capricho!!!
bjoss Juuh
Aproximei-me de seu berço sem fazer barulho, até que cheguei bem perto, onde pude encostar nas suas pequena mãozinhas. Ela vestia uma roupinha lilás. Estava muito bonitinha. Ela virou para o lado, e abri os olhos. Eu, percebendo que ela acordara, sorri calmamente e mexi em seu pouco cabelo para ela dormir novamente. Ela sorriu e fechou os olhos calmamente. Sai da sala, abrindo e fechando a porta com muito cuidado.
E essa foi a primeira vez que vi minha menina.
No dia seguinte, me escondi atrás do cômodo e pude ouvir a conversa da mãe e do pai dela:
- O que você acha de colocarmos o nome dela de Mariana?
- Não... Gosto de nomes com a letra “m”, mas Mariana é o nome de minha prima. Quero algo delicado...
- E que tal Marina?
- Decidido! Marina!
Um ótimo nome: Marina! Minha menina agora se chamava Marina.
Um pedacinho do meu pseudo livro
kkkk
pra capricho!!!
bjoss Juuh
domingo, 28 de março de 2010
Apresentações!!
Eii, eu sou Julia! *-*
Hi, I'm Julia, and I'm Brazilian. Why am I talking in English? It's a good question, and you can descover it in my new blog!
Do you see? I learn something in my English class!
Oie, eu sou a Izabela!
Ciao. Me chiamo Izabela e i sono brasiliana *.* (ctlrC, ctlrV da ideia dela não é!!! ahsuhauhsa)
Bom, Oii gente, eu sou a Juuh, como vocês já viram, e essa é a minha irmã, Bela.
É brincadeira, a gente não vai falar nada em italiano ou inglês (ate pq a gente não sabe =p) iueiueiue ... *-*
Bom, nosso blog, o "um conto kentinho" , surgiu depois de nós começarmos a escrever alguns contos e historinhas. Então, resolvemos passar essas histórias para um blog e criar muitas mais, para mostrar pra todos vocês!
Espero que vocês gostem e comentem, dando sugestões, reclamações, elogios, porque vamos tentar postar muitas historinhas!!
Bjoss, Juuh
Hi, I'm Julia, and I'm Brazilian. Why am I talking in English? It's a good question, and you can descover it in my new blog!
Do you see? I learn something in my English class!
Oie, eu sou a Izabela!
Ciao. Me chiamo Izabela e i sono brasiliana *.* (ctlrC, ctlrV da ideia dela não é!!! ahsuhauhsa)
Bom, Oii gente, eu sou a Juuh, como vocês já viram, e essa é a minha irmã, Bela.
É brincadeira, a gente não vai falar nada em italiano ou inglês (ate pq a gente não sabe =p) iueiueiue ... *-*
Bom, nosso blog, o "um conto kentinho" , surgiu depois de nós começarmos a escrever alguns contos e historinhas. Então, resolvemos passar essas histórias para um blog e criar muitas mais, para mostrar pra todos vocês!
Espero que vocês gostem e comentem, dando sugestões, reclamações, elogios, porque vamos tentar postar muitas historinhas!!
Bjoss, Juuh
Assinar:
Postagens (Atom)